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"Para os homens é impossível. .. " (Marcos 10:27)   Desde a fundação da Igreja Vida Nova, não tivemos que enfrentar perseguições como os primeiros após­tolos. Nem tivemos que lutar contra impérios huma­nos. Mas, assim como nossos primeiros irmãos, tive­mos que lutar contra principados e potestades que atuam nas regiões celestiais. Como nossos primeiros irmãos na fé, apesar de frágeis, não nos intimidamos com o preço que teríamos que pagar. Mas, olhando para Jesus e para a missão que nos foi confiada, pros­seguimos na mesma visão, no mesmo propósito, nos mesmos ensinamentos, a falar do amor de Deus que muda e transforma a vida do ser humano, preparan­do-o para a eternidade.
"Ide e pregai o evangelho a toda criatura" conti­nua a soar em nossos ouvidos, sempre nos movendo nesta missão de restaurar a vida do perdido, animar o cansado e dar esperança ao que não tem mais sentido em sua vida.
Nossa gratidão a homens e mulheres de todas as idades que se uniram a nossa visão e nos deram suas mãos nesta caminhada de conduzir vidas até a cruz.
Não nos abatemos com as dificuldades. Nem nos amedrontamos diante do que nos espera no futuro. Nosso comandante ainda está na nossa 'frente a nos guiar e conduzir. Suas palavras ainda soam e vibram em nossos corações: tome, cada um, a sua cruz e sigam-me!
Ao comemorarmos 25 anos de trabalho, toda honra e toda a glória sejam dadas a Jesus, nosso Senhor e nosso Deus!
A história da Igreja Evangélica Vida Nova não começa há 25 anos, porém a mais de 2.000. anos atrás. Quando Jesus iniciava seu ministério na terra e convocava doze homens para dar início ao maior projeto de transformação de vidas, do qual nós nos incluímos.
Lembrar a igreja primitiva nos inspira e fascina. Ver homens simples e humildes aceitarem o desafio de deixar tudo para seguir a Cristo, dedicando-se de corpo e alma ao projeto de nosso Senhor Jesus: ganhar almas através da loucura da pregação!
A história é fascinante e assustadora, mas em menos de trezentos anos a igreja ganhou a simpatia de todo o povo: Pedro, Tiago e João e tantos outros discípulos nos inspiram. Fascinante, porque, cheios do Espírito Santo, conquistavam a simpatia de homens e mulheres para uma proposta de nova vida. Assustadora, porque lutavam contra as ordens do grande império romano, que dominava o mundo conhecido naquela época. E, como "todo-poderoso", ordenava a vida e a morte daqueles que não cultua­vam seus imperadores.
A igreja primitiva enfrentava a perseguição mais cruel que a história registra. Homens de paz enfren­tando exércitos preparados para matar e destruir sem misericórdia. Porém, nada podia deter homens que tiveram suas vidas transformadas e sabiam aonde queriam chegar. Espada, leões, serpentes, panelões de água fervente e fogueiras, onde eram queimados vivos, não foram capazes de deter a expansão da igreja, até chegar aos nossos dias.
 
      Pastor Joice

Servos de Deus

Mt 5.17-19 – Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.

Rm 6.17, 18 — Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.

Tg 1.22-25 – Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.